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A menina que fazia sofrer
25 de abr de 2010 domingo, abril 25, 2010



1° day
Eu poderia descrever toda a sua beleza em palavras, mas acho que você nunca entenderia dessa maneira. Garotas como ela, não costumam a ser descritas em apenas um texto. Tudo que eu escrevo, é basicamente o que eu suponho. E confesso, das vezes que eu arrisquei, quase todas me enganei. Mas, não canso, nem desisto de tentar. Decifra-lá se tornou parte da minha rotina, e sinceramente, eu amo isso. A conheço desde sempre, e não consigo me lembrar da primeira vez que a vi. Mas, isso não importa agora. Ela, antes não passava de um rosto, que eu provavelmente esqueceria em meses. A mudança que nela existiu, mudou tudo em mim. Eu não sei porque aconteceu, mas sei quem fez acontecer. E no fundo, agradeço o para sempre por isso. Dizem por aí que na primeira vez que se apaixonou, se entregou. E não estou de falando de corpo, porque isso não é tudo, não para ela. Ela entregou seu coração para o mais carnívoro dos homens, um idiota! E ele fez dela, o que um dia alguém provavelmente fará com você. Desde então, ela cura a ferida que existe no seu coração, com analgésicos. E eu não estou falando de comprimidos.

2° day
Dizem que eu sou bobo por ainda procurar vestígios dela. Mas, se não fizesse isso o que faria então? Não sei cozinhar e detesto contas, é burrice não admitir: Minha vocação tem nome, o dela. Além do mais, é divertido supor suas vontades, às vezes quase acerto. Como naquela vez, em que ela deixou um cara esperando por horas na esquina de uma velha rua na cidade em que morávamos. Ele acreditava que ela só estava atrasada, e que iria aparecer a qualquer momento na esquina contrária a que estivesse olhando, o assustaria. Coitado. Eu sabia que ela não iria, sabia porque dessa vez ele tinha aceitado o convite. A meses ela visitava aquele lugar, esperando por ele. Ele nunca ia. Ele foi, ela se foi. Não era drama ou qualquer sentimento vingativo do tipo. Era medo. De dar certo, de acontecer e depois desacontecer. Aquilo não a fazia melhor, mas ocupava o seu tempo. E isso para ela já era o bastante. Antes que eu me despeça, peço para que não deixem que ela saiba que eu ainda existo. Eu poderia perder todas as pistas, ela poderia desaparecer. Você não quer isso, quer?

Beijos, Br

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